Portugal está mais do que na moda. Depois da chegada dos portugueses por aqui lá nos idos do descobrimento, agora o movimento é ao contrário e com força. Há um êxodo de brasileiros pra lá e portanto, muita já se escreveu e falou das maravilhas principalmente de Lisboa e Porto. Eu vou me ater a dois comentários sobre a capital portuguesa: está segura e limpa. E isso ganha pontos em qualquer escala de civilidade. Para as sugestões de passeio, considero imperdível o MAAT. O Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia vale a visita pelas suas exposições e a projeto arquitetônico. Na beira do rio Tejo, vale até fazer o percuso depois para o Padrão dos Descobrimentos e as Torres de Belém.
Listando onde comemos, começo pelo SUD que é literalmente vizinho ao Museu. A local é eclético e serve de beach club de dia e, a noite, tem balada e restaurante. O lugar é lindo, a comida boa e a música brasileira com bossa nova no salão e tecno no bar da piscina.
Se a opção é pelo clássico, vá a Cervejaria Trindade. O cenário é do convento da Santíssima Trindade fundado em 1294 sendo um dos mais antigos de Portugal. Em 1834, o empresário Manuel Moreira Garcia assume o prédio e dá início a este ponto gastronômico. Além de comer sob este teto milenar, o cardápio é dos deuses. Não deixe de experimentar a Mariscada com um seleção de frutos do mar, com a famosa sapateira, lagosta e diversas espécies de camarão.
Seguindo com a cerveja, outro local é o Museu da Cerveja. Como diz o nome, no segundo andar há uma exposição contando a estória da loira gelada, seus tipos, formas de fabricação e os tipos originados nos países de língua portuguesa. Para acompanhar, eles deram um upgrade no bolinho de bacalhau - aliás, lá se chama pastel e rechearam com o delicioso queijo da Serra. Uma combinação perfeita.
Na linha dos moderninhos, aconselho dois lugares bem charmosos: Bairro do Avillez e o Pharmacia. Os dois ficam no bairro do Chiado que é repleto de boas opções para petiscar, jantar e badalar. A primeira sugestão reune em um só lugar quatro espaços diferentes Loga na entrada tem a mercearia que serve para comprar embutidos e fazer um drinque rápido. Se o happy hour for mais longo, a Taberna fica aberto direto com os petiscos mais incríveis de Portugal. O Pateo é o restaurante a la carte com um cardápio variado de peixes, mariscos e carnes. Agora, quem prefer algo mais sofisticado criado pelo chef José Avillez, conquiste um passaporte para entrar no Beco e se jogar no menu degustação.
Já quem está à frente das panelas no Pharmacia é a chef Suzana Felicidade. Só o nome é suficiente para querer provar a sua comida. Além disso, a comida é saborosa e muito criativa. Aproveitando que o restaurante está situado dentro do Museu da Pharmacia, a temática se espalha pelos utensílios, decoração e claro, no nome dos pratos e drinks. Na parte externa, uma vista da cidade a partir do Mirador do Adamastor.
Rooftops - Falando de vista, a topografia da cidade ajuda a ter ótimos terraços. Afinal são sete colinas espalhadas a margem do Rio Tejo. Ir atrás de um deles para curtir o por do sol é certeza de bom programa. Visitamos dois na Praça Martim Moniz quetem como vista o famoso castelo de São Jorge. O Topo fica no última andar de um centro comercial e é point dos turistas mais jovens e descolados. A música lounge, os bancos de madeira e as luzinhas traz um ambiente bem descontraído para a primeira cerveja. Do outro lado da praça, o último andar do hotel Mundial tem sófas, mesas altas e hóspedes um pouco mais velhos.
Lisboa está bombando. Com preços bem razoáveis, tem restaurantes e bares para todos os gostos. É só relaxar e aproveitar. Com a vantagem de nem ter problema com a língua.
Listando onde comemos, começo pelo SUD que é literalmente vizinho ao Museu. A local é eclético e serve de beach club de dia e, a noite, tem balada e restaurante. O lugar é lindo, a comida boa e a música brasileira com bossa nova no salão e tecno no bar da piscina.
Se a opção é pelo clássico, vá a Cervejaria Trindade. O cenário é do convento da Santíssima Trindade fundado em 1294 sendo um dos mais antigos de Portugal. Em 1834, o empresário Manuel Moreira Garcia assume o prédio e dá início a este ponto gastronômico. Além de comer sob este teto milenar, o cardápio é dos deuses. Não deixe de experimentar a Mariscada com um seleção de frutos do mar, com a famosa sapateira, lagosta e diversas espécies de camarão.
Seguindo com a cerveja, outro local é o Museu da Cerveja. Como diz o nome, no segundo andar há uma exposição contando a estória da loira gelada, seus tipos, formas de fabricação e os tipos originados nos países de língua portuguesa. Para acompanhar, eles deram um upgrade no bolinho de bacalhau - aliás, lá se chama pastel e rechearam com o delicioso queijo da Serra. Uma combinação perfeita.
Na linha dos moderninhos, aconselho dois lugares bem charmosos: Bairro do Avillez e o Pharmacia. Os dois ficam no bairro do Chiado que é repleto de boas opções para petiscar, jantar e badalar. A primeira sugestão reune em um só lugar quatro espaços diferentes Loga na entrada tem a mercearia que serve para comprar embutidos e fazer um drinque rápido. Se o happy hour for mais longo, a Taberna fica aberto direto com os petiscos mais incríveis de Portugal. O Pateo é o restaurante a la carte com um cardápio variado de peixes, mariscos e carnes. Agora, quem prefer algo mais sofisticado criado pelo chef José Avillez, conquiste um passaporte para entrar no Beco e se jogar no menu degustação.
Já quem está à frente das panelas no Pharmacia é a chef Suzana Felicidade. Só o nome é suficiente para querer provar a sua comida. Além disso, a comida é saborosa e muito criativa. Aproveitando que o restaurante está situado dentro do Museu da Pharmacia, a temática se espalha pelos utensílios, decoração e claro, no nome dos pratos e drinks. Na parte externa, uma vista da cidade a partir do Mirador do Adamastor.
Rooftops - Falando de vista, a topografia da cidade ajuda a ter ótimos terraços. Afinal são sete colinas espalhadas a margem do Rio Tejo. Ir atrás de um deles para curtir o por do sol é certeza de bom programa. Visitamos dois na Praça Martim Moniz quetem como vista o famoso castelo de São Jorge. O Topo fica no última andar de um centro comercial e é point dos turistas mais jovens e descolados. A música lounge, os bancos de madeira e as luzinhas traz um ambiente bem descontraído para a primeira cerveja. Do outro lado da praça, o último andar do hotel Mundial tem sófas, mesas altas e hóspedes um pouco mais velhos.
Lisboa está bombando. Com preços bem razoáveis, tem restaurantes e bares para todos os gostos. É só relaxar e aproveitar. Com a vantagem de nem ter problema com a língua.
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