Texto lido em missa de sétimo dia no dia 18 de maio de 2012 “A vida me ensinou a dizer adeus às pessoas que amo, sem tirá-las do meu coração.” (Charles Chaplin) Ao subir neste altar para lembrar meu pai, o avô, o irmão, o tio, o amigo, o corinthiano poderia escolher o caminho da tristeza, da dor, da saudade imensa que me corroí o coração, mas isso não faria juz a memória dele e tudo que ele me ensinou. Meu pai tinha muitos defeitos, mas todos eles se apagavam no seu sorriso aberto e sincero que recebia a cada um de nós. Naquela casa, na Penha ,que sempre esteve aberta para quem quer que fosse: seus amigos, meus amigos, amigos da minha irmã, das minhas sobrinhas. Churrasco, caiprinha para os genros e se tivesse um joguinho de futebol, melhor ainda. Posso aqui lamentar que ele não verá o Corinthians ser Campeão da Libertadores, mas prefiro lembrar do estádio lotado da vitória de 1977, quando esperamos vinte anos para esperar a voltar se campeão. Ou ainda do nosso ...
Um olhar, duas culturas e uma dose de curiosidade, observando o mundo.