Mais um revéillon inesquecível....sabe daqueles que nem deu tempo fazer pedidos? Eu só via cada desejo mais profundo meu se realizando mais rápido que a contagem regressiva. Casa cheia de amigos. Meus pais. Meus sogros. Mesa farta. Bebida, idem. Uma alegria no ar. Uma energia reconfortante. Tudo fluia com uma serenidade incrível. Depois a meia-noite, o sonho concreto de um belo anel no dedo. Meu querido fez tudo direito de novo. Ele tem aquele jeito calabres meio bravo, mas tudo o que faz é em grandes doses: dos gritos aos lindos gestos de amor. Ontem, fiquei tentando entender porque tudo tem de ser muito, beirando ao exagero. E na verdade, comecei a olhar de outra maneira. Porque temos de ser comedidos com a vida? Porque temos de fazer dietas em fez de nos empaturrar de comida boa? Porque temos de economizar se o dinheiro só serve para nos proporcionar o mínimo de bem estar? Porque temos de reprimir nossos sentimentos no lugar de gritar para o mundo nosso amor e até nossa raiva? Porque temos de contentar com uma lagoa se temos um oceano em nossa frente? Na verdade, o que chamava de exagero deve ser traduzido em abundância. Queremos mais e muito de amor, atenção, paz, dinheiro, solidariedade. Por isso, quando, finalmente, consegui chegar no mar, pular as sete ondas e fazer minha pequena oferenda a Yemanjá, só lembrava de falar obrigada. Acho que ela entendeu. Que só muito é suficiente:)
Visitar cemitérios faz parte de alguns roteiros turísticos como o Pere Lachaise em Paris que tem túmulos de pessoas famosas como Honoré de Balzac, Maria Callas, Frédéric Chopin, Eugène Delacroix, Molière, Yves Montand, Jim Morrison e Edith Piaf. Agora imagina um com mais de 5.000 tumbas datadas dos Séculos XIII ao VII a.C? Claro que não sabemos quem foi enterrado por lá, mas é uma passeio pelo pré-história visitar a Necrópole Rochosa de Pantalica. O nome deriva do grego πάνταλίθος = lugar das pedras ou do árabe buntarigah = lugar das cavernas, mostrando mais uma vez as influências na Sicília. Pantalica está localizada em um platô envolto por cânions formado pelos rios Anapo e Calcinara. Chegando lá dá para escolher duas trilhas distintas: uma mais longa e outra um pouco mais acessível. Pela Vale Anapo, a trilha tem cerca de 10km na antiga rota entre Siracusa e Vizzini. A outra é ser feita pela Sella di Filiporto, começando da região de Ferla ou, pelo outro lado, em So...
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