Essa cidade é particular mesmo. Cada por do sol por aqui é motivo de festa. Mesmo que seja em uma segunda-feira. Na verdade, acho que por ser segunda-feira, o espetáculo da natureza tem mais força para nos lembrar que se a semana começa assim, com certeza será ótima. Quando o entardecer deu suas caras na Praia de Ipanema ontem, a orla e a praia estavam lotadas. Pessoas iam pouco a pouco deixando seus afazeres de lado, suas preocupações, suas dúvidas, sacando suas câmeras fotográficas e celulares e como em um movimento lento e sincronizado se viravam em direção ao Morro Dois Irmãos esperando o sol desaperecer no mar. E aí foi uma explosão de aplausos, assovios, gritos....parecia uma ola de final de campeonato. Um movimento natural, mas sincopado e afinado. Uma emoção sem igual. Um tributo a vida e a esperança que um dia melhor ainda chegaria.
Visitar cemitérios faz parte de alguns roteiros turísticos como o Pere Lachaise em Paris que tem túmulos de pessoas famosas como Honoré de Balzac, Maria Callas, Frédéric Chopin, Eugène Delacroix, Molière, Yves Montand, Jim Morrison e Edith Piaf. Agora imagina um com mais de 5.000 tumbas datadas dos Séculos XIII ao VII a.C? Claro que não sabemos quem foi enterrado por lá, mas é uma passeio pelo pré-história visitar a Necrópole Rochosa de Pantalica. O nome deriva do grego πάνταλίθος = lugar das pedras ou do árabe buntarigah = lugar das cavernas, mostrando mais uma vez as influências na Sicília. Pantalica está localizada em um platô envolto por cânions formado pelos rios Anapo e Calcinara. Chegando lá dá para escolher duas trilhas distintas: uma mais longa e outra um pouco mais acessível. Pela Vale Anapo, a trilha tem cerca de 10km na antiga rota entre Siracusa e Vizzini. A outra é ser feita pela Sella di Filiporto, começando da região de Ferla ou, pelo outro lado, em So...
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