Uma cidade totalmente fortificada. Era assim que Otranto se protegia das inúmeras invasões nos tempos antigos. Hoje, é a ligação mais perto da Albânia e também recebe milhares de imigrantes. O transporte direto de barcos foi descontinuado para tentar conter um pouco essa corrente migratória. No século XV, os métodos eram outros.O Farol de Palascìa servia para avisar Venezia de possíveis invasões. Quando se percebia uma tentativa de invasão turca, o farol era acesso e avistado por outro mais adiante, assim sucessivamente até chegar a informação no norte. Uma vez acionado, tropas eram enviadas para ajudar no combate. Certa vez, a comunicação falhou e a cidade foi tomada depois de 15 dias de resistência. Um outro método bem medieval era esperar os inimigos tentarem passar pelas muralhas e jogar óleo quente em cima deles. Hoje, a cidade está mais calma, vive de turismo e de suas terras férteis. Ainda bem!
Visitar cemitérios faz parte de alguns roteiros turísticos como o Pere Lachaise em Paris que tem túmulos de pessoas famosas como Honoré de Balzac, Maria Callas, Frédéric Chopin, Eugène Delacroix, Molière, Yves Montand, Jim Morrison e Edith Piaf. Agora imagina um com mais de 5.000 tumbas datadas dos Séculos XIII ao VII a.C? Claro que não sabemos quem foi enterrado por lá, mas é uma passeio pelo pré-história visitar a Necrópole Rochosa de Pantalica. O nome deriva do grego πάνταλίθος = lugar das pedras ou do árabe buntarigah = lugar das cavernas, mostrando mais uma vez as influências na Sicília. Pantalica está localizada em um platô envolto por cânions formado pelos rios Anapo e Calcinara. Chegando lá dá para escolher duas trilhas distintas: uma mais longa e outra um pouco mais acessível. Pela Vale Anapo, a trilha tem cerca de 10km na antiga rota entre Siracusa e Vizzini. A outra é ser feita pela Sella di Filiporto, começando da região de Ferla ou, pelo outro lado, em So...
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