Assim eu acordo para uma nova vida. Abençoada pelo Cristo Redentor em apartamento emprestado em Ipanema. O nosso futuro "ninho de amor" está pintando e como a não rotina é nossa rotina, estamos aqui meio acampados com alguns malas na Rua Vinicius de Moraes e outras tantas caixas na Barão da Torre. Caetano está vivendo literalmente aquele ditado popular: tá mais perdido que cachorro em dia de mudança. Essa não será sua nova casa e nem sabemos o que faremos no próximo fim de semana com ele quando estaremos em São Paulo para comemorar o dia das mães. Mas, ele está de banho tomado, deitado em sua caminha e esperando o que virá. Assim como eu. O frio na barriga é maior, mas vou aqui descobrindo a Toca da Bossa Nova, o PoliSucos, o Armazém do Café, a igreja e a Praça N.S. da Paz - que tem até um lugar para o Caetano ficar solto e aos poucos, fazendo do Rio, meu novo lar.
Visitar cemitérios faz parte de alguns roteiros turísticos como o Pere Lachaise em Paris que tem túmulos de pessoas famosas como Honoré de Balzac, Maria Callas, Frédéric Chopin, Eugène Delacroix, Molière, Yves Montand, Jim Morrison e Edith Piaf. Agora imagina um com mais de 5.000 tumbas datadas dos Séculos XIII ao VII a.C? Claro que não sabemos quem foi enterrado por lá, mas é uma passeio pelo pré-história visitar a Necrópole Rochosa de Pantalica. O nome deriva do grego πάνταλίθος = lugar das pedras ou do árabe buntarigah = lugar das cavernas, mostrando mais uma vez as influências na Sicília. Pantalica está localizada em um platô envolto por cânions formado pelos rios Anapo e Calcinara. Chegando lá dá para escolher duas trilhas distintas: uma mais longa e outra um pouco mais acessível. Pela Vale Anapo, a trilha tem cerca de 10km na antiga rota entre Siracusa e Vizzini. A outra é ser feita pela Sella di Filiporto, começando da região de Ferla ou, pelo outro lado, em So...
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