Apesar de estarmos no Rio, o cardápio continua italiano e as companhias também. Hoje , almoçamos com uma amiga no Alessandro e Frederico que está há dez anos na Rua Garcia D´Avila em Ipanema. Essa rua corresponde a Dias Ferreira do Leblon e é uma especie da Rua Amaury comparando com São Paulo. Há inúmeros restaurantes e bares. Um opção para sentar fora, apreciar a paisagem e comer bem. Eu fiquei com um caneloni que era gigante recheado com salmão e ricota. Nato não come esse tipo de prato. Acha parrudo. Nem tão pouco lasanha que eu adoro. Nesse início de convivência, vamos aprendendo a dividir sabores, temperar humores, colocar uma pitada de sal onde a vida anda sem graça e abrir o apetite para o que vem por aí. Como nunca sabemos, prefiro deixar um espaçinho para a supresa a dormir de barriga cheia.
Visitar cemitérios faz parte de alguns roteiros turísticos como o Pere Lachaise em Paris que tem túmulos de pessoas famosas como Honoré de Balzac, Maria Callas, Frédéric Chopin, Eugène Delacroix, Molière, Yves Montand, Jim Morrison e Edith Piaf. Agora imagina um com mais de 5.000 tumbas datadas dos Séculos XIII ao VII a.C? Claro que não sabemos quem foi enterrado por lá, mas é uma passeio pelo pré-história visitar a Necrópole Rochosa de Pantalica. O nome deriva do grego πάνταλίθος = lugar das pedras ou do árabe buntarigah = lugar das cavernas, mostrando mais uma vez as influências na Sicília. Pantalica está localizada em um platô envolto por cânions formado pelos rios Anapo e Calcinara. Chegando lá dá para escolher duas trilhas distintas: uma mais longa e outra um pouco mais acessível. Pela Vale Anapo, a trilha tem cerca de 10km na antiga rota entre Siracusa e Vizzini. A outra é ser feita pela Sella di Filiporto, começando da região de Ferla ou, pelo outro lado, em So...
Comentários
Postar um comentário