Eu adoro datas comemorativas. É um momento meio comercial mas que de alguma forma faz com que você pare para pensar no outro, dedique um pouco mais de atenção, faz um agrado. Eu acordei hoje com mais uma música em minha caixa de email e a lembrança que o ano passado, tivemos um dia especial entre Veneza e Verona. Tivemos que ir ao balcão de Julieta para contar a ela que eu também tinha, enfim, encontrado, meu príncipe. Cada momento de busca é um momento de encontro. Se eu buscasse o fim de um ciclo de dor, encontrei pela frente um ciclo virtuoso de amor. Meu findanzato - como me chamou hoje :) - foi determinado, firme,seguro. Ele tinha lá na cabeça dele um certo plano que foi construindo comigo em meio a viagens fantásticas, a horas de Skype, a muita risada, com uma leveza que nunca antes havia imaginado. Seu pragmatismo contratastava com meu romantismo que mesmo ferido teimava em sair. Olhava quase de soslaio se isso ia dar certo ou não. Cautelosa e esperançosa. Me dividia entre não querer mais sofrer e a vontade de amar de novo. Venceu a segunda! Que bom! Desde aquele beijo sob a lua cheia, já achei que estava bom demais ter voltado a gostar de sentir aquele friozinho na barriga. Em cada viagem, tinha sempre um plano B na cabeça - que nunca foi posto em prática. Parecia que os deuses iam se articulando para que Cupido mais uma vez pudesse traçar seu caminho e chegar em nosso coração. Aqui estamos. De novo, ele lá, eu, cá. Mas mais juntos do que nunca. Esse ano, como ele disse, para variar, vamos comemorar o dia dos Namorados brasileiro. Com direito a simpatia para Santo Antônio e tudo mais. Hoje fica a lembrança de mais um dia cheio de amor!
Visitar cemitérios faz parte de alguns roteiros turísticos como o Pere Lachaise em Paris que tem túmulos de pessoas famosas como Honoré de Balzac, Maria Callas, Frédéric Chopin, Eugène Delacroix, Molière, Yves Montand, Jim Morrison e Edith Piaf. Agora imagina um com mais de 5.000 tumbas datadas dos Séculos XIII ao VII a.C? Claro que não sabemos quem foi enterrado por lá, mas é uma passeio pelo pré-história visitar a Necrópole Rochosa de Pantalica. O nome deriva do grego πάνταλίθος = lugar das pedras ou do árabe buntarigah = lugar das cavernas, mostrando mais uma vez as influências na Sicília. Pantalica está localizada em um platô envolto por cânions formado pelos rios Anapo e Calcinara. Chegando lá dá para escolher duas trilhas distintas: uma mais longa e outra um pouco mais acessível. Pela Vale Anapo, a trilha tem cerca de 10km na antiga rota entre Siracusa e Vizzini. A outra é ser feita pela Sella di Filiporto, começando da região de Ferla ou, pelo outro lado, em So...
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