A cozinha italiana é uma fonte inesgostável de ingredientes surpreendentes. Se de um lado, há uma simplicidade do molho de tomate e ervas de outro, há o cultuado tartufo bianco. Uma iguaria que já citei aqui quando estive na Itália em outubro. Agora, o meu namorado trouxe bem embaladinho, os fiscais da receita não sentiram o cheiro e tivemos um jantar dos deuses com meus primos Andrei e Fátima. Os antipastos foram queijo parmesão, salame e bruschetta. A entrada teve carpaccio com tartufo e uma opcão com queijo. O primeiro prato pasta com pesto, batata e vagem. Meu querido chef caprichou. E a peça de resistência, ovo com muuuuuuuito tartufi ralado. De sobremesa, peras com vinho. Aliás, o vinho era uma Amarone safra 2001. Perfeito. Mais um momento que só um expert, amigos e descontração podem criar.
Visitar cemitérios faz parte de alguns roteiros turísticos como o Pere Lachaise em Paris que tem túmulos de pessoas famosas como Honoré de Balzac, Maria Callas, Frédéric Chopin, Eugène Delacroix, Molière, Yves Montand, Jim Morrison e Edith Piaf. Agora imagina um com mais de 5.000 tumbas datadas dos Séculos XIII ao VII a.C? Claro que não sabemos quem foi enterrado por lá, mas é uma passeio pelo pré-história visitar a Necrópole Rochosa de Pantalica. O nome deriva do grego πάνταλίθος = lugar das pedras ou do árabe buntarigah = lugar das cavernas, mostrando mais uma vez as influências na Sicília. Pantalica está localizada em um platô envolto por cânions formado pelos rios Anapo e Calcinara. Chegando lá dá para escolher duas trilhas distintas: uma mais longa e outra um pouco mais acessível. Pela Vale Anapo, a trilha tem cerca de 10km na antiga rota entre Siracusa e Vizzini. A outra é ser feita pela Sella di Filiporto, começando da região de Ferla ou, pelo outro lado, em So...
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