O título acima é um trecho do Inferno da Divina Commedia de Dante Alighieri, um dos clássico da literatura italiana. É uma frase de um email que recebi descrevendo uma situação de suspense e de ansiedade que estamos vivendo. A situação não é nenhum inferno, não. Todas as saídas são boas. Mas o que temos poucas e fortes certezas como é em geral na vida de todo mundo. Por exemplo, a certeza da morte apesar de vivermos a maior parte do tempo com a sensação que somos imortais. Mas isso é assunto para outro post. O que quero falar aqui é que direcionamos a nossa vida a dois em cima da uma certeza: queremos estar juntos fisicamente o mais breve possível. Agora em que lugar do planeta poderá ser isso? As opções são muitas e com isso, vamos montando o quebra-cabeça do seu destino. Tentar conciliar casa, trabalho e expectativas em um só pacote, tem se tornado uma conta eterna de soma daqui, tira dali, multiplica acolá. Ficar no Brasil representa estar em um economia crescente com ótimas oportunidades de trabalho. Ir para a Itália, é a chance de conviver com um cultura milenar e aprender uma nova língua. Ficar na Itália representa continuar em um emprego com estabilidade e em ascenção. Ir para o Brasil, é a chance de morar em um País amigável e sempre adorado. Ficar no Brasil representa manter sua zona de conforto com amigos e família. Ir para Itália, é a chance de conhecer novas pessoas e ampliar o seu network. Ficar na Itália, representa segurança e convívio familiar frequente. Ir para o Brasil, é a chance de crescer profissionalmente. Talvez a solução seja o meio termo. Um lugar onde os dois possam construir uma história única e particular. Agora que tudo isso dá um frio na barriga, isso dá.
Visitar cemitérios faz parte de alguns roteiros turísticos como o Pere Lachaise em Paris que tem túmulos de pessoas famosas como Honoré de Balzac, Maria Callas, Frédéric Chopin, Eugène Delacroix, Molière, Yves Montand, Jim Morrison e Edith Piaf. Agora imagina um com mais de 5.000 tumbas datadas dos Séculos XIII ao VII a.C? Claro que não sabemos quem foi enterrado por lá, mas é uma passeio pelo pré-história visitar a Necrópole Rochosa de Pantalica. O nome deriva do grego πάνταλίθος = lugar das pedras ou do árabe buntarigah = lugar das cavernas, mostrando mais uma vez as influências na Sicília. Pantalica está localizada em um platô envolto por cânions formado pelos rios Anapo e Calcinara. Chegando lá dá para escolher duas trilhas distintas: uma mais longa e outra um pouco mais acessível. Pela Vale Anapo, a trilha tem cerca de 10km na antiga rota entre Siracusa e Vizzini. A outra é ser feita pela Sella di Filiporto, começando da região de Ferla ou, pelo outro lado, em So...
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