Futebol aqui e na Itália é uma paixão nacional. Já falei dos dois times de coração: do Corinthians e da Internazionale. Foi uma super emoção ver um jogo no San Siro, mas nada se compara acompanhar o Timão no Pacaembu. O estádio é muito menor, mais aconchegante e a torcida gritando, cantando, empurrando o time. A vitória em 2 x 0 para o Vasco ainda é pouco para ganhar o Campeonato Brasileiro. O que vale foi todo o entorno. O programa foi familiar: eu, meu pai, Ana Lúcia, Malu, João Francisco e Mário. O garoto entrou no campo com dezenas de outras crianças. Pegou na mão do Bruno César. Tirou foto com os jogadores. Vimos ainda o Ronaldo no vestiário. Gritamos até ficarmos roucos. Tomamos sorvete. Xingamos o juiz. Meu pai que frequenta o estádio e o Corinthians há mais de 30 anos abriu essas portas e me fez reviver os ótimos momentos da minha infância e adolescência nos campos de futebol por esse Brasil afora. Enfim, uma tarde de catarse e felicidade que só o futebol pode proporcionar seja lá ou cá.
Visitar cemitérios faz parte de alguns roteiros turísticos como o Pere Lachaise em Paris que tem túmulos de pessoas famosas como Honoré de Balzac, Maria Callas, Frédéric Chopin, Eugène Delacroix, Molière, Yves Montand, Jim Morrison e Edith Piaf. Agora imagina um com mais de 5.000 tumbas datadas dos Séculos XIII ao VII a.C? Claro que não sabemos quem foi enterrado por lá, mas é uma passeio pelo pré-história visitar a Necrópole Rochosa de Pantalica. O nome deriva do grego πάνταλίθος = lugar das pedras ou do árabe buntarigah = lugar das cavernas, mostrando mais uma vez as influências na Sicília. Pantalica está localizada em um platô envolto por cânions formado pelos rios Anapo e Calcinara. Chegando lá dá para escolher duas trilhas distintas: uma mais longa e outra um pouco mais acessível. Pela Vale Anapo, a trilha tem cerca de 10km na antiga rota entre Siracusa e Vizzini. A outra é ser feita pela Sella di Filiporto, começando da região de Ferla ou, pelo outro lado, em So...
Comentários
Postar um comentário