A gente sempre aprende a se conformar com menos. Estamos cansados de ouvir que não há felicidade, mas só momentos felizes. Que sempre quando a gente está feliz, acontece alguma coisa. Que na verdade, a felicidade é algo que só devemos almejar, mas nunca efetivamente ter. Pois bem! Essa regra foi devidamente quebrada este ano. Um sensação de bem estar que toma conta de mim ao amanhecer, um sorrisso que nasce no meio do dia, uma tranquilidade na volta para cansa, uma paz constante, fazem parte do meu cotidiano. Fui aprendendo com os italianos, aliás, o mérito é de "um italiano" ( o meu!!!) do prazer de viver a vida a cada minuto. Do olhar feliz frente a um bom prato de massa. Da risada gostosa depois de alguns copos de vinhos. Do bem vestir. Da boa conversa. Da forma de levar a vida leve, gostosa, engraçada. O que posso dizer é que eu aprendi a aceitar a ser feliz. Esse italiano me faz feliz. E não importa onde estivermos, é esse sentimento que quero perpetuar em minha vida.
Visitar cemitérios faz parte de alguns roteiros turísticos como o Pere Lachaise em Paris que tem túmulos de pessoas famosas como Honoré de Balzac, Maria Callas, Frédéric Chopin, Eugène Delacroix, Molière, Yves Montand, Jim Morrison e Edith Piaf. Agora imagina um com mais de 5.000 tumbas datadas dos Séculos XIII ao VII a.C? Claro que não sabemos quem foi enterrado por lá, mas é uma passeio pelo pré-história visitar a Necrópole Rochosa de Pantalica. O nome deriva do grego πάνταλίθος = lugar das pedras ou do árabe buntarigah = lugar das cavernas, mostrando mais uma vez as influências na Sicília. Pantalica está localizada em um platô envolto por cânions formado pelos rios Anapo e Calcinara. Chegando lá dá para escolher duas trilhas distintas: uma mais longa e outra um pouco mais acessível. Pela Vale Anapo, a trilha tem cerca de 10km na antiga rota entre Siracusa e Vizzini. A outra é ser feita pela Sella di Filiporto, começando da região de Ferla ou, pelo outro lado, em So...
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