Caetano esse fim de semana protagonizou cenas de ciúmes e de encantamento. Muita gente fala que o cachorro fica com o jeito da dona. Bem o meu é cara e focinho! No sábado de manhã, quando o Nato chegou, ele subiu para o quarto. Pedi, chamei , implorei para que ele descesse. O cachorro parecia uma estátua. Não se mexia por nada. O Nato teve que descer para que ele o acompanhasse. Depois, deixamos o portãozinho aberto e ele, educadamente ou com raiva, não fez nenhum movimento para subir. Ontem, na casa da Sofia, Caetano resolveu dar uma de Clô, conhecer o Jardim América e fugiu por baixo do portão. O segurança trouxe de volta. A bronca que levou em italiano foi engraçadissima. Mas, ele entendeu tudinho e ficou murchinho do meu lado. À noite, para provocar, assaltou o armário e roubou sabe o que? Os dois marrons-glacês que eu ainda tinha guardado. Eu queria matar o bichinho que desta vez foi salvo pela risada gostosa do Nato. Esses dois fazem a minha vida muito mais feliz!
Visitar cemitérios faz parte de alguns roteiros turísticos como o Pere Lachaise em Paris que tem túmulos de pessoas famosas como Honoré de Balzac, Maria Callas, Frédéric Chopin, Eugène Delacroix, Molière, Yves Montand, Jim Morrison e Edith Piaf. Agora imagina um com mais de 5.000 tumbas datadas dos Séculos XIII ao VII a.C? Claro que não sabemos quem foi enterrado por lá, mas é uma passeio pelo pré-história visitar a Necrópole Rochosa de Pantalica. O nome deriva do grego πάνταλίθος = lugar das pedras ou do árabe buntarigah = lugar das cavernas, mostrando mais uma vez as influências na Sicília. Pantalica está localizada em um platô envolto por cânions formado pelos rios Anapo e Calcinara. Chegando lá dá para escolher duas trilhas distintas: uma mais longa e outra um pouco mais acessível. Pela Vale Anapo, a trilha tem cerca de 10km na antiga rota entre Siracusa e Vizzini. A outra é ser feita pela Sella di Filiporto, começando da região de Ferla ou, pelo outro lado, em So...
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