Ontem, levei minha amiga Roberta no Capim Santo para que ela experimentasse um pouco mais da comida brasileira. Abrimos o almoço com uma tradicional tapioca que ela não achou a menor graça. Eu, particularmente, adoro. Ela gostou demais do ambiente, das jabuticabas, da carne seca. Esses ingredientes tão brasileiros encantam qualquer um que tem o prazer de experimentar. Nós, por causa, da proximidade da culinária italiana, já nos acostumamos com a pasta, o tomate, o manjericão, o azeite, o vinho. Há ainda um vasto universo degustativo ainda a ser descoberto em cada visita que faço por lá. Mas não chega ao estranhamento deles diante de um caju, de um queijo coalho, de um acarajé bem temperado. Tive mais uma prova disso na hora da sobremesa, quando experimentamos os brigadeiros tradicional, de pistache e de castanha do Pará. Mesmo com medo de engordar, não tem jeito mesmo, é impossível não gostar e não comer mais e mais. Aqui sete receitas de brigadeiro para fazer e se esbaldar.
Visitar cemitérios faz parte de alguns roteiros turísticos como o Pere Lachaise em Paris que tem túmulos de pessoas famosas como Honoré de Balzac, Maria Callas, Frédéric Chopin, Eugène Delacroix, Molière, Yves Montand, Jim Morrison e Edith Piaf. Agora imagina um com mais de 5.000 tumbas datadas dos Séculos XIII ao VII a.C? Claro que não sabemos quem foi enterrado por lá, mas é uma passeio pelo pré-história visitar a Necrópole Rochosa de Pantalica. O nome deriva do grego πάνταλίθος = lugar das pedras ou do árabe buntarigah = lugar das cavernas, mostrando mais uma vez as influências na Sicília. Pantalica está localizada em um platô envolto por cânions formado pelos rios Anapo e Calcinara. Chegando lá dá para escolher duas trilhas distintas: uma mais longa e outra um pouco mais acessível. Pela Vale Anapo, a trilha tem cerca de 10km na antiga rota entre Siracusa e Vizzini. A outra é ser feita pela Sella di Filiporto, começando da região de Ferla ou, pelo outro lado, em So...
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