Hoje, enquanto votamos aqui no Brasil, na Itália rola uma manifestação contra o Berlusconi. Como o maior colônia italiana fora do País está aqui no Brasil, há muitos cidadões com dupla cidadania como eu. Isso é interessantes porque dá direito a voto nos dois países. Eu nunca usei desta prerrogativa apesar de receber todas às vezes que houve eleição, recebi os documentos necessários para enviar meu voto via correio. Gosto desta oportunidade, mas acho que voto é coisa séria. A gente tem de ter o mínimo de conhecimento da situação política, dos partidos, dos candidatos para votar conscientemente. Como é facultativo, acabo deixando para lá. Aqui, fico procurando sempre fazer do meu voto, uma bandeira do que penso e do que gostaria para o Brasil. Foi o que fiz hoje. Espero só que tenhamos a chance de segundo turno para que as pessoas possam enxergar como a Dilma é o Pitta que o Lula inventou.
Visitar cemitérios faz parte de alguns roteiros turísticos como o Pere Lachaise em Paris que tem túmulos de pessoas famosas como Honoré de Balzac, Maria Callas, Frédéric Chopin, Eugène Delacroix, Molière, Yves Montand, Jim Morrison e Edith Piaf. Agora imagina um com mais de 5.000 tumbas datadas dos Séculos XIII ao VII a.C? Claro que não sabemos quem foi enterrado por lá, mas é uma passeio pelo pré-história visitar a Necrópole Rochosa de Pantalica. O nome deriva do grego πάνταλίθος = lugar das pedras ou do árabe buntarigah = lugar das cavernas, mostrando mais uma vez as influências na Sicília. Pantalica está localizada em um platô envolto por cânions formado pelos rios Anapo e Calcinara. Chegando lá dá para escolher duas trilhas distintas: uma mais longa e outra um pouco mais acessível. Pela Vale Anapo, a trilha tem cerca de 10km na antiga rota entre Siracusa e Vizzini. A outra é ser feita pela Sella di Filiporto, começando da região de Ferla ou, pelo outro lado, em So...
Comentários
Postar um comentário