Neste ano, a maior parte dos dias tenho acordado com um email do meu namorado com uma bela canção italiana. Ele, gentilmente, me manda com a letra para que seja mais fácil entender. Sou uma amante da MPB, mas não há como negar como a música italiana reflete esse calor, essa paixão, os rompantes que movem a cultura italiana. Já escutei clássicos, raps, dor de cotovelo, declarações de amor melosas. Tudo isso vai entrando em sua alma e criando um repertório de acolhimento e lembranças que só a música pode dar. Vou dividir isso com vocês ao longo do tempo. Hoje, vai ser uma mistura de Ana Carolina e Chiara Civello em um show ontem no Jockey Club. As duas brincaram com idioma, se emocionaram e encantaram uma platéia seleta que tinha como cenário o skyline de São Paulo. Nem precisa dizer o quanto chorei, né?
Visitar cemitérios faz parte de alguns roteiros turísticos como o Pere Lachaise em Paris que tem túmulos de pessoas famosas como Honoré de Balzac, Maria Callas, Frédéric Chopin, Eugène Delacroix, Molière, Yves Montand, Jim Morrison e Edith Piaf. Agora imagina um com mais de 5.000 tumbas datadas dos Séculos XIII ao VII a.C? Claro que não sabemos quem foi enterrado por lá, mas é uma passeio pelo pré-história visitar a Necrópole Rochosa de Pantalica. O nome deriva do grego πάνταλίθος = lugar das pedras ou do árabe buntarigah = lugar das cavernas, mostrando mais uma vez as influências na Sicília. Pantalica está localizada em um platô envolto por cânions formado pelos rios Anapo e Calcinara. Chegando lá dá para escolher duas trilhas distintas: uma mais longa e outra um pouco mais acessível. Pela Vale Anapo, a trilha tem cerca de 10km na antiga rota entre Siracusa e Vizzini. A outra é ser feita pela Sella di Filiporto, começando da região de Ferla ou, pelo outro lado, em So...
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